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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Capturando Emoções...

Talvez esse seja o tema mais difícil para mim, pois sou muito exigente comigo mesmo a respeito desse tema, tenho visto muitos trabalhos e pesquisado muito ultimamente sobre “EmoçõesE não existe nada mais gratificante do que entregar um trabalho que transpareça nesse tema.

Já que tenho essa responsabilidade em mãos de congelar tal momento e mesmo depois de muitos anos a imagem ainda vista cause um efeito de eternizar o momento exato em meu olhar ali registrado!

 

Apesar de hoje em dia quase todos  os fotógrafos possuírem uma câmera Digital, é fundamental que todos que dizem ser “profissional” perceba aquilo que a máquina está a fazer para que a possa corrigir sempre que necessário. Mesmo as máquinas mais sofisticadas enganam em certas condições de iluminação e só dominando a exposição à luz se pode determinar o aspecto de cada fotografia, por isso arrisco em dizer..Por mais que a foto seja editada e bem trabalhada em algum editor como Photoshop, se não for “clicada” no momento certo, e sem correção do profissional, nada vale!

Voltando ao tema....“A maioria dos professores tem um ou dois sermões favoritos, um cavalo que eles nunca se cansam de montar. Os meus são a necessidade de se servir à visão e a necessidade de se fazer suas fotografias de emoção. A forma mais simples de se extrair uma resposta emocional com uma fotografia é permitir que essa fotografia reflita uma emoção existente, uma que já esteja sentida e manifestada pelas pessoas em sua imagem. Geralmente, uma fotografia de uma pessoa feliz, sorrindo ou gargalhando, reflete aquela emoção ao espectador — não há necessidade de interpretações. Mas na medida em que as emoções se tornam mais sutis, elas ficam mais difíceis de capturar e mais difíceis para o espectador interpretar.
.........Um sorriso e uma gargalhada são as pistas mais fáceis de que uma pessoa está feliz. A raiva é bastante óbvia. Assim como a surpresa. Mas, na medida em que as emoções se tornam mais sutis, emoções como tédio, aceitação, amor, tristeza, antecipação — até mesmo prazer e raiva suprimida — se tornam mais difíceis de serem capturadas e ainda mais difíceis de se sentir.

                                           Emoções > Ensaio Gestante.
                                           Emoções >  Camila no seu aniversario de 15 anos.
                                          Emoções > Casamentos como segundo camera.
                                           Emoções > Making off, algumas horas antes do casamento
                                          Emoções > Regiane saindo do salão aonde fez seu making.
                                                    Emoções >  Chegada a Igreja.
                                           Emoções > Everaldo e Jessica
                                         Emoções > Everaldo e Jessica na festa..

......... as emoções mais vulneráveis exige sensibilidade e, algumas vezes, coragem. Não é fácil continuar fotografando quando as lágrimas estão correndo e, algumas vezes isto nem é apropriado. Honrar lágrimas e emoções de outra pessoa não significa fingir que você não está lá, significa fotografá-la. Testemunhá-la, e tornar isso um ato de amor. De um modo, é um pequeno ato de solidariedade que diz a uma pessoa.




 
“eu me importo com isso, e se você estiver disposto a contar sua história para mim, estou disposto a contá-la para os futuros amigos, colegas, filhos, netos e etc.. Conte com nosso olhar em seu evento Paulo Rafael / Juliana Niedo. Fotógrafos.  contato@paulorafael.com.br    // juliana@paulorafael.com.br

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Quem quer ser um segundo fotógrafo?

Já que ser milionário é difícil mesmo, quem sabe ser um segundo fotógrafo e poder registrar o casamento por ângulos inusitados?


Para muitos profissionais, ser o segundo fotógrafo não é propriamente um elogio, nem é merecedor de status. Mas o fato é que ele tem a liberdade de clicar o casamento de uma maneira solta, sem ficar engessado pelos ritos e protocolos, que são responsabilidades do fotógrafo “oficial”.
Indo um pouco além, o segundo fotógrafo não precisa dirigir os noivos, o trabalho dele é feito a distância, como se estivesse realizando um making-of. A linguagem, portanto, é totalmente jornalística. Vai de um lado para o outro e pode explorar a cena dos ângulos mais variados. A sua preocupação se resume em capturar imagens diferenciadas, seja pelo plano, pela composição, pela descontração ou pelo ineditismo. Essa é a contrapartida para poder usufruir de tanta liberdade em uma reportagem de casamento.
Por fim, ele entrega as suas fotos no final do evento e pode descansar tranquilamente, com a sensação, deliciosa, de dever cumprido e a certeza de que contribuiu para que o livro dos noivos fique ainda mais encantador.
Nada mal para um “coadjuvante”. Brincadeiras à parte, o importante é deixar claro que o trabalho do segundo fotógrafo é tão importante quanto o trabalho do primeiro fotógrafo. Que a junção dessas imagens é que vai dar impacto, dinamismo e ritmo para o livro dos noivos. Isso, desde que os dois profissionais estejam falando a mesma língua, ou seja, percorram caminhos semelhantes em termos de conceito e estética. Para que o conjunto seja harmônico e os trabalhos possam se complementarem.

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Aproveitando para mostrar a materia publicada pela revista Photo Imagem,  falando um pouco do meu trabalho, uma grande honra pra mim!
Agradeço toda a redação por esta oportunidade Obrigado.
 Entrevista pelo canal Votorantim. Falei sobre meu trabalho na fotografia. Vanessa Pinheiro apresentou meu trabalho. Obrigado Vanessa!